Os sintomas que mais frequentemente levam a uma avaliação neuroftalmológica são perda visual súbita (mono ou binocular), baixa visão progressiva inexplicada, dor ocular associada à movimentação (típica da neurite óptica), visão dupla (diplopia), desalinhamento ocular adquirido, queda de pálpebra (ptose) nova, alterações pupilares (anisocoria) e escotomas persistentes.
Outros sinais de alerta incluem dor de cabeça intensa e atípica associada a alterações visuais, oscilopsia (sensação de que o ambiente treme ou se move), perda de campo visual correlacionada com alterações neurológicas, papiledema identificado em exame de rotina e síndromes de nervos cranianos (paralisia do III, IV ou VI par).
Neurites ópticas, neuropatias ópticas isquêmicas, papiledema por hipertensão intracraniana, arterite de células gigantes, compressões tumorais do nervo óptico ou quiasma, esclerose múltipla, neuromielite óptica (Devic), fístulas carótido-cavernosas e síndromes miastênicas são exemplos das condições avaliadas.


